Amarante

 

Amarante – inspiração desde a origem

O Lira Eco Parque fica localizado em Amarante, Piauí, berço do poeta Da Costa e Silva que, inspirado pelas belezas de sua cidade, assim a descreveu em versos:

“A minha terra é um céu, se há um céu sobre a terra;
É um céu sobre outro céu tão límpido e tão brando,
Que eterno sonho azul parece estar sonhando…”

Banhada por três rios perenes (Parnaíba, Canindé e Mulato), Amarante é rica em belezas naturais, em historia e tradições, um patrimônio cultural que, certamente, enobrece ainda mais os empreendimentos da família Lira.

Centro Histórico
Setenta e dois casarões formam o centro histórico de Amarante, que já foi cenário para produções de época e do filme Ai, que Vida. Os imóveis com estilo português estão ligados uns aos outros e geralmente possuem janelas apenas na frente e jardim interno. O centro também está intimamente ligado ao rio Parnaíba que possui muitos balneários ao longo do seu leito e ainda é possível ver o encontro do “Velho Monge” com o rio Canindé.

Museus
Amarante possui vários museus particulares com acervos variados. Entre eles, se destacam o Museu de Da Costa e Silva, em homenagem ao poeta; Museu Coisas da Terra, com objetos seculares das famílias da cidade e o Museu do Divino, com diversas peças alusivas ao Espírito Santo e festa na época de Pentecostes.

Mirante e Escadaria
Próximo à atual sede da prefeitura estão o mirante e a escadaria Da Costa e Silva, de onde é possível ter uma visão panorâmica de boa parte da cidade e do município vizinho de São Francisco do Maranhão. Diz-se que o poeta ficava horas neste morro escrevendo suas poesias. As homenagens a ele também estão presentes em outros imóveis da cidade e nos concursos literários nas escolas.

Mimbó
A comunidade do Mimbó foi a primeira a ser reconhecida como remanescente de quilombo no Piauí. Nasceu no século XIX, a partir de dois casais de escravos que fugiram de uma fazenda de cana em Pernambuco. Conta-se que os quatro acabaram vivendo escondidos em uma caverna próxima ao rio Canindé por muitos anos e evitavam ao máximo o contato com o povo de Amarante. Até pouco tempo atrás, o Mimbó ainda era um povoado fechado. Só era permitido o casamento entre os indivíduos que eram da comunidade. Hoje o local é aberto à visitação e é possível inclusive ver as manifestações culturais dos descendentes dos pioneiros negros fugitivos e ter uma palestra sobre a história deste grupo, mas para isso é necessário agendamento com a matriarca do Mimbó, a Idelzuíta Rabelo da Paixão 

Informações: Governo do Estado

BELAS IMAGENS - AMARANTE PIAUÍ

Translate »